domingo, 25 de janeiro de 2009

MP3 player pode levar a surdez

Ouvir música no ônibus, nas ruas, na escola ou até mesmo em casa, nos tocadores de mp3 se tornou cada vez mais comum. Contudo, a utilização excessiva desses aparelhos, pode trazer sérios danos à saúde auditiva dos usuários. É o que revela um estudo realizado pelo Comitê Científico Europeu de Riscos à Saúde.
De acordo com a pesquisa, a popularização dos mp3 players trará efeitos nocivos para os usuários dentro de um prazo dez anos. Segundo o estudo, o uso desses aparelhos com fone dentro do ouvido, favorece a perda de audição e as conseqüências para quem ouve música alta só serão percebidas em uma década, ou quando os jovens e adolescentes estiverem com aproximadamente 30 anos de idade.
De acordo com o estudo os grupos que mais estão expostos aos riscos, são aqueles que ouvem mp3 em uma média de cinco horas por semana. Além disso, o estudo revelou que os jovens ouvem música nesses aparelhos com sons entre 100 a 115 decibéis, o que se aproxima do barulho de uma turbina de avião no momento da decolagem. O recomendado é sempre inferior a 60 decibéis.
A estudante de enfermagem da Universidade Federal da Bahia – UFBA, Geisa Coutinho, mesmo conhecendo os perigos que o uso excessivo do mp3 pode acarretar a sua saúde, diz que é uma distração, principalmente para quem tem que enfrentar o trânsito de Salvador.
De acordo com dados da equipe de saúde do portal Brasil Escola há vários motivos para classificar os fones de ouvido mais perigosos que caixas acústicas, entre elas se destaca o fato do som das caixas ser atenuado no ambiente antes de chegar aos ouvidos, já os fones de ouvido injetam as ondas sonoras diretamente no canal auditivo, em plena potência. Dessa forma, o ruído pode afetar cerca 15 mil células ciliadas externas (CCE) da cóclea. Se o estrago não for sério, as células se recuperam num período máximo de 48 horas. Porém, se a exposição for muito longa ou intensa, a lesão pode se tornar irreversível.
Especialistas recomendam que se escute o MP3 player num local silencioso e quando estiver num lugar barulhento, não fazer o uso do aparelho. Uma vez que nesses lugares a tendência do usuário é aumentar o volume, não atentando para os riscos do uso excessivo.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O Vitória em 2009


O técnico Vágner Mancini já tem um número ideal de jogadores para o elenco da próxima temporada. Segundo o treinador, 25 jogadores é o ideal para evitar os problemas que aconteceram no Brasileirão, quando muitos atletas não tiveram oportunidades.

"Para mim, 25 atletas é a quantidade ideal porque se tivermos um elenco muito inchado vai ser complicado colocar todo mundo para jogar. A idéia também é aproveitar os atletas da divisão de base", explicou Vágner Mancini.

No entanto, o problema do clube para 2009 é exatamente o oposto do enfrentado na atual temporada, quando a equipe profissional chegou a ter mais de 30 atletas. O Vitória só renovou os contratos de oito jogadores: - goleiros Viáfara e Gléguer, - zagueiros Anderson Martins e Wallace, - volante Vanderson, - lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro, - meia Willans, - atacante Adriano. A diretoria está tentando a renovação do volante Renan, emprestado do São Paulo, e do zagueiro Leonardo Silva, do Palmeiras

Sobre a lista de dispensa, Mancini vai avaliar o desempenho dos atletas ao longo do campeonato e não apenas nos últimos jogos. "Estamos analisando com calma para não sermos injustos", afirmou.

Mancini chegou ao Vitória em março deste ano e assumiu o time no meio do Campeonato Baiano. Em 2009, o treinador terá a oportunidade de iniciar um trabalho dando prosseguimento àquilo que já foi feito no Brasilierão.

Para a próxima temporada, os nomes dos reforços estão sendo analisados pela diretoria com o aval do treinador. Quando questionado sobre o perfil do reforços, Mancini afirma que as características são de acordo com o Vitória. "O perfil dos jogadores não é o do Mancini, e sim do Vitória, um time que joga com bastante velocidade".

Para assumir a vaga aberta por Dinei, os atacantes Trípodi e Osmar chegaram avalizados por Mancini, mas não justificaram a contratação e tiveram poucas oportunidades. Os dois não marcaram um gol sequer com a camisa rubro-negra.

Fonte: UOL Espotes